NOSSA HISTÓRIA

Um grande diferencial da marca é a capacitação de toda a sua mão de obra. A Ceres apoia  o Projeto Arrastão que se baseia em educação, cultura e geração de renda e qualidade de vida para a comunidade do Campo Limpo. Há cinco meses, as sócias organizam treinamentos na ONG e oferecem matéria prima para as participantes desenvolverem  as peças, gerando oportunidades e renda para a comunidade. No final do mês, as integrantes recebem pela produção.


Projeto Arrastão


Fundado em 1968, o Projeto Arrastão é uma organização sem fins lucrativos que faz o acolhimento social e dá suporte às famílias da região do Campo Limpo que vivem em condição de pobreza. Localizado na periferia de São Paulo, o bairro do Campo Limpo é reconhecido há décadas pelos altos níveis de violência urbana e pela degradação social e ambiental de uma região com cerca de 240 favelas e mais de 700 mil habitantes composta em sua maioria por migrantes e filhos de migrantes de outras regiões do país como nordeste e centro-oeste.
 
Para o desenvolvimento e formação destas pessoas em alto nível de vulnerabilidade social, o Projeto Arrastão trabalha com diferentes estratégias destinadas ao perfil do atendido: Educação Infantil para crianças de 1 a 4 anos, Educação Complementar à Escola para crianças e jovens entre 6 e 18 anos, Empreendedorismo & Geração de Renda para formação profissional de adultos e Desenvolvimento Comunitário que faz o acolhimento, suporte  e acompanhamento social, mobiliza a comunidade para ações coletivas e restabelece de forma saudável e autônoma  as relações entre alunos, pais, organização e comunidade usando de suas redes de relações para contribuir no combate à violência.


Sócias


Filha de brasileiros, Carol Ann Masagão nasceu nos Estados Unidos e viveu em Nova York até seus vinte anos. Criativa e com habilidade manual, criava colares e pulseiras com pedras naturais. Com o início do projeto de lançamento da marca, retornou aos EUA para fazer cursos na Fashion Institute of Technology (FIT). No instituto desenvolveu a técnica de trabalhar com beads e retornou para São Paulo com referências, pedras diferenciadas e ideias para a produção. 
 
Lori de Queiroz se formou em direito pela USP, porém nunca exerceu a profissão. Após o curso de bordado e o aprendizado diário, se redescobriu na área de produção. Ela se surpreendeu com a facilidade que teve ao aprender a técnica, bem como o amor que desenvolveu ao longo do processo. Com grande identificação com trabalho voluntariado, Lori é responsável pelo ensino e treinamento da mão de obra na ONG Arrastão.
 
Marcela Malzone Inno, formada em direito, exerceu a profissão durante anos até se mudar para a Ásia. Durante os quatro anos em que viveu na China, trabalhou com compra e venda de acessórios e matéria prima, aprendendo muito de produção. No ano de 2015, quando retornou ao Brasil, conheceu a técnica de bordado à mão e se uniu à Lori e Carol, para criar a Ceres.
 
Com o início do projeto, todas as sócias se capacitaram na produção dos acessórios.

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CERES

 
Criada pelas sócias Carol Ann Masagão, Lori de Queiroz e Marcela Malzone Inno, a marca de acessórios Ceres conta com itens de impacto. As empresárias apostam nos beads (miçangas importadas) para dar vida aos modelos. O precionismo do hadmade está presente em toda a coleção. Técnicas de bordado são aplicadas em acessórios exclusivos.

Com peças feitas à mão e bordadas com produtos importados, a marca conta com beads japoneses e tchecos. Pedras naturais compõem as criações, entre elas estão jade, quartzo, pérola barroca, ônix, olho de tigre, madre pérola e abalone. Miçangas com banho de ouro, prata e cobre ganham destaque na seleção. Itens com resinas e acrílico dão um charme para os acessórios.

Nessa coleção de estreia, a marca traz uma seleção de brincos e colares com efeito espelhado, sequência de cores que se complementam e materiais naturais que revelam um estilo descontraído. Com shapes diversos, materiais como shell, madeira e paetê dão um fator inusitado para os itens.